segunda-feira, 17 de março de 2014

VERBETE: Engenharia

Engenharia é a atividade em que os conhecimentos científicos e técnicos e a experiência prática são aplicados para exploração dos recursos naturais, para o projeto, construção e operação de objetos úteis e para o planejamento urbano e ambiental. 

Eis alguns ramos da engenharia: 

Engenharia Agronômica 
Engenharia Aeroespacial; 
Engenharia Aeronáutica; 
Engenharia Agrícola; 
Engenharia Automóvel; 
Engenharia de Agrimensura; 
Engenharia de Energia; 
Engenharia de Informação; 
Engenharia de Gestão; 
Engenharia de Alimentos; 
Engenharia do Ambiente; 
Engenharia de Áudio; 
Engenharia Biológica; 
Engenharia Biomédica; 
Engenharia Cartográfica; 
Engenharia Civil; 
Engenharia da Computação; 
Engenharia de Controle e Automação; 
Engenharia Económica; 
Engenharia Elétrica; 
Engenharia Electrônica; 
Engenharia Eletro-Mecânica 
Engenharia Estrutural; 
Engenharia Física; 
Engenharia Florestal; 
Engenharia Geofísica; 
Engenharia Geográfica; 
Engenharia Geológica; 
Engenharia e Gestão Industrial; 
Engenharia Hidráulica; 
Engenharia Humana; 
Engenharia Industrial Madeireira; 
Engenharia Informática; 
Engenharia de Instrumentação; 
Engenharia de Manutenção; 
Engenharia Mecânica; 
Engenharia Mecatrônica; 
Engenharia Metalúrgica; 
Engenharia de Materiais; 
Engenharia Militar; 
Engenharia de Minas; 
Engenharia Multimédia; 
Engenharia Naval; 
Engenharia Nuclear; 
Engenharia Óptica; 
Engenharia de Pesca; 
Engenharia de Petróleo; 
Engenharia de Produção; 
Engenharia da Qualidade; 
Engenharia Quimica; 
Engenharia de Requisitos; 
Engenharia Sanitária; 
Engenharia de Segurança do Trabalho; 
Engenharia de Serviços; 
Engenharia de Software; 
Engenharia de Tecidos; 
Engenharia de Telecomunicações; 
Engenharia Têxtil; 
Engenharia de Transportes. 

Atualmente, a exigência de soluções mais precisas para diversos problemas abrangidos por estas engenharias, demanda a aplicação de modelos físicos e de modelos matemáticos, incluindo o tratamento de processos de resolução compostos por sistemas de equações diferenciais, as quais fornecem sistemas de equações algébricas, após tratamento por métodos numéricos adequados, como: o método dos elementos finitos e o método das diferenças finitas. Tratando então da solução destes sistemas, estes métodos são compostos por um forte arcabouço matemático e um conjunto de técnicas, para obter soluções simultâneas, usualmente acopladas, para grande número de variáveis e graus de liberdade daqueles problemas. Tal abordagem é a computacional, objeto de trabalho, pesquisa e desenvolvimento da modelagem computacional.

A Engenharia possibilita a construção de obras, como o túnel do Morro Alto, em Maquiné (RS)

DADOS: As dez maiores cidades do mundo em 2013

1 – Tóquio – Japão – 35,67 Milhões de habitantes

2 – Nova York – EUA – 19, 04 Milhões de habitantes

3 – Cidade do México – México – 19,02 Milhões de habitantes

4 – Bombaim – Índia – 18,97 Milhões de habitantes

5 – São Paulo – Brasil -18,84 Milhões de habitantes

6 – Nova Delhi – Índia – 15,92 Milhões de habitantes

7 – Xangai – China – 14,98 Milhões de habitantes

8 – Calcutá – Índia – 14,78 Milhões de habitantes

9 – Daca – Bangladesh – 13,48 Milhões de habitantes

10 – Buenos Aires – Argentina – 12,79 Milhões de habitantes

domingo, 16 de março de 2014

VERBETE: Hino do Estado do Rio Grande do Sul

O Hino Rio-Grandense é o hino oficial da República do Rio Grande do Sul. Tem letra de Francisco Pinto da Fontoura, música de Comendador Maestro Joaquim José Mendanha e harmonização de Antônio Corte Real. A obra original possuía uma estrofe que foi suprimida, além de uma repetição do estribilho, pelo mesmo dispositivo legal que a oficializou como hino do estado - A lei nº 5.213, de 5 de Janeiro de 1966.

Oficialmente existe o registro de três letras diferentes para o hino, desde os tempos da Revolução Farroupilha até aos nossos dias, até que finalmente foi resolvido por uma comissão abalizada qual seria a versão oficial, pouco antes dos festejos do Centenário da Revolução Farroupilha.1

Letra do Hino

Como a aurora precursora;
Do farol da divindade;
Foi o Vinte de Setembro;
O precursor da liberdade.
Refrão:
Mostremos valor, constância;
Nesta ímpia e injusta guerra.
Sirvam nossas façanhas, de modelo;
A toda a terra, de modelo;
A toda a terra sirvam nossas façanhas de modelo a toda a terra;
Mas não basta pra ser livre; Ser forte aguerrido e bravo; Povo que não tem virtude; Acaba por ser escravo.
Refrão

Trecho suprimido

Em 1966, durante o Regime Militar a segunda estrofe foi retirada oficialmente.
Entre nós reviva Atenas
para assombro dos tiranos
Sejamos gregos na glória
e na virtude, romanos

Hino Rio-grandense para download


FONTE: Wikipédia

VERBETE: Geografia da Língua Portuguesa


A língua portuguesa é a quinta mais falada no mundo e a terceira do mundo ocidental, superada pelo inglês e pelo castelhano. Atualmente, aproximadamente 250 milhões de pessoas no mundo falam português e o Brasil responde por cerca de 80% desse total.

Diante disso, a língua portuguesa é instituída como oficial em Portugal, Ilha da Madeira, Arquipélago dos Açores, Brasil, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Diante da grandiosidade da língua, em países do MERCOSUL é obrigatório o ensino do português como disciplina escolar.

Existem ainda lugares que utilizam a língua de forma não oficial, assim o idioma é falado por uma restrita parcela da população, são eles: Macau, Goa (um estado da Índia) e Timor Leste na Oceania.

A dispersão da língua em distintos continentes deve-se principalmente à política de expansão de Portugal, especialmente nos séculos XV e XVI, quando ocorreu a exploração de uma grande quantidade de colônias. Sendo assim, a língua da metrópole foi introduzida e logo se juntou com as culturas locais, formando uma diversidade de dialetos. Essa nova forma de falar o português fora da pátria mãe era denominada de criolo.

O português é oriundo do latim vulgar (essa variação era apenas falada), língua que os romanos inseriram em uma região ao norte da Península Ibérica, chamada de Lusitânia. A partir da invasão dos romanos na região, praticamente todos os povos começaram a usar o latim, salvo o povo basco. Nesse processo teve início a constituição do espanhol, português e o galego.

Em sua essência é uma língua românica, ou seja, ibérico-românico, que deu origem também ao castelhano, catalão, italiano, francês, romeno e outros.

O português se diferencia por meio da variedade de dialetos e subdialetos e no âmbito internacional, pois a língua é classificada em português brasileiro e europeu.


FONTE DO MAPA: Wikipédia

VERBETE: Abelha



CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA: 

Reino: Animalia 
Filo: Arthropoda 
Classe: Insecta 
Ordem: Hymenoptera 
Super-família: Apoidea 

Toda colméia possui uma abelha rainha. Ela é muito fértil e chega a botar mais de mil ovos por dia. A abelha rainha é a responsável pela reprodução. Ela pode viver até 25 anos, enquanto uma abelha operária vive apenas dois meses, em média.


As abelhas são responsáveis pela polinização das plantas. Ao buscar seu alimento nas flores, levam junto ao corpo o pólen para outras plantas, possibilitando assim a reprodução das mesmas.

Numa colméia, as abelhas possuem uma hierarquia: as operárias trabalham para trazer o alimento (polén e nectar), vigiar, limpar e cuidar das larvas. Os zangões (em pouca quantidade) tem a função exclusiva de fazer o acasalamento com a rainha e garantir a reprodução. Já a abelha rainha é a responsável exclusivamente pela reprodução.

Quando nascem duas abelhas rainhas, em uma única colméia, elas lutam até a morte para ver quem assumirá a exclusiva missão de garantir a reprodução da colônia.

O principal alimento das abelhas é o néctar produzido pelas plantas e encontrado em diversas espécies de flores.

As abelhas possuem cinco olhos: dois maiores na frente e três menores no topo da cabeça. Possuem também antenas sensíveis, dois pares de asas e uma língua para sugar o néctar das flores.

Uma colméia de tamanho médio pode abrigar até 60 mil abelhas.

As abelhas produzem o mel dentro da colmeia para servir de alimento. A geleia real também é produzida e serve de alimento para a abelha rainha

Quando sentem-se ameaçadas, as abelhas podem picar o animal utilizando o seu ferrão. A ferroada é dolorida e é injetado veneno. Embora este veneno seja inofensivo a grande parte dos seres humanos, pode levar a morte se uma pessoa for alérgica ou se uma pessoa não-alérgica receber ferroadas de grande quantidade deste inseto.

Uma abelha pode produzir, em média, cinco gramas de mel por dia.

A criação de abelha, atividade lucrativa, para produção de mel é chamada de apicultura.


CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:

Comprimento: 2 cm (inseto adulto)
Cor: listrada em preto e amarelo
Habitat: fazem as colmeias no topo de árvores, cavernas, parte interna de telhados, etc.

FONTE: Sua Pesquisa

VERBETE: Milton Santos

Milton Almeida dos Santos (Brotas de Macaúbas, 3 de maio de 1926 – São Paulo, 24 de junho de 2001) foi um geógrafo brasileiro. Apesar de ter se graduado em Direito, Milton destacou-se por seus trabalhos em diversas áreas da geografia, em especial nos estudos de urbanização do Terceiro Mundo. Foi um dos grandes nomes da renovação da geografia no Brasil ocorrida na década de 1970.

Milton Santos nasceu no município baiano de Brotas de Macaúbas em 3 de maio de 1926. Ainda criança, migrou com sua família para outras cidades baianas, como Ubaitaba, Alcobaça e, posteriormente, Salvador. Em Alcobaça, com os pais e os avós maternos (todos professores primários), foi alfabetizado e aprendeu álgebra e a falar francês.

Aos 13 anos, Milton dava aulas de matemática no ginásio em que estudava, o Instituto Baiano de Ensino. Aos 15, passou a lecionar Geografia e, aos 18, prestou vestibular para Direito em Salvador. Enquanto estudante secundário e universitário marcou presença na militância política de esquerda. Formado em Direito, não deixou de se interessar pela Geografia, tanto que fez concurso para professor catedrático no Colégio Municipal de Ilhéus. Nesta cidade, além do magistério desenvolveu atividade jornalística, estreitando sua amizade com políticos de esquerda. Nesta época, escreveu o livro Zona do Cacau, posteriormente incluído na Coleção Brasiliana, já com influência da Escola Regional francesa.
Em 1958, concluiu seu doutorado na Universidade de Estrasburgo, na fronteira da França com a Alemanha. Ao regressar ao Brasil, criou o Laboratório de Geomorfologia e Estudos Regionais, mantendo intercâmbio com os mestres franceses. Após seu doutorado, teve presença marcante na vida acadêmica, em atividades jornalísticas e políticas de Salvador. Em 1961, o presidente Jânio Quadros o nomeia para a subchefia do Gabinete Civil, tendo viajado a Cuba com a comitiva presidencial - o que lhe valeu registro nos órgãos de segurança nacional após o golpe de 1964.

Em função de suas atividades políticas junto à esquerda, Milton foi perseguido pelos órgãos de repressão da ditadura militar. Seus aliados e importantes políticos intervieram junto às autoridades militares para negociar sua saída do país, após ter cumprido meio ano de prisão domiciliar. Milton achou que ficaria fora do país por seis meses, mas acabou ficando 13 anos. Milton começa seu exílio em Toulouse, passando por Bordéus, até finalmente chegar a Paris em 1968, onde lecionou na Sorbonne, tendo sido diretor de pesquisas de planejamento urbano no Institut d'Étude du Développement Economique et Social (IEDES).
Permaneceu em Paris até 1971, quando se mudou para o Canadá. Trabalhou na Universidade de Toronto. Foi para os Estados Unidos, com um convite para ser pesquisador no Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde trabalha com Noam Chomsky. No MIT trabalha em sua grande obra O Espaço Dividido. Dos EUA viaja para a Venezuela, onde atua como diretor de pesquisa sobre planejamento da urbanização do país para um programa da ONU. Neste país manteve contato com técnicos da Organização dos Estados Americanos. Estes contatos facilitaram sua contratação pela Faculdade de Engenharia de Lima, onde foi contratado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) para elaborar um trabalho sobre pobreza urbana na América Latina.

Posteriormente, foi convidado para lecionar no University College de Londres, mas o convite ficou apenas na tentativa, já que lhe impuseram dificuldades raciais. Regressa a Paris, mas é chamado de volta à Venezuela, onde leciona na Faculdade de Economia da Universidade Central. Segue, posteriormente para Tanzânia, onde organiza a pós-graduação em Geografia da Universidade de Dar es Salaam. Permaneceu por dois anos no país, quando recebeu o primeiro convite de uma universidade brasileira, a Universidade de Campinas. Antes disso, regressa à Venezuela, passando antes pela Universidade de Colúmbia de Nova Iorque.

No final de 1976, houve contatos para a contratação de Milton pela universidade brasileira, mas não havia segurança na área política e o contato fracassou. Em 1977, Milton tenta inscrever-se na Universidade da Bahia, mas, por artimanhas político-administrativas, sua inscrição foi cancelada. Ao regressar da Universidade de Colúmbia iria para a Nigéria, mas recusou o convite para aceitar um posto como Consultor de Planejamento do estado de São Paulo e na Emplasa. Esse peregrinar lhe custou muito, mas sua volta representou um enorme esforço de muitos geógrafos, destacando-se Armen Mamigonian, Maria do Carmo Galvão, Bertha Becker e Maria Adélia de Souza. Quanto ao seu regresso, Milton tinha um grande papel nas mudanças estruturais do ensino e da pesquisa em Geografia no Brasil.

Após seu regresso ao Brasil, lecionou na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) até 1983. Em 1984 foi contratado como professor titular pelo Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP), onde permaneceu mesmo após sua aposentadoria. Também lecionou geografia na Universidade Católica de Salvador.

Milton Santos morreu em São Paulo no dia 24 de junho de 2001, aos 75 anos, vítima de um câncer de próstata.

A trajetória e o reconhecimento

Embora pouco conhecido fora do meio acadêmico, Santos alcançou reconhecimento fora do país, tendo recebido, em 1994, o Prêmio Vautrin Lud (conferido por universidades de 50 países).

Sua obra O espaço dividido, de 1979, é hoje considerado um clássico mundial, onde desenvolve uma teoria sobre o desenvolvimento urbano nos países subdesenvolvidos.

Suas ideias de globalização, esboçadas antes que este conceito ganhasse o mundo, advertia para a possibilidade de gerar o fim da cultura, da produção original do conhecimento - conceitos depois desenvolvidos por outros. Por uma Outra Globalização, livro escrito por Milton Santos dois anos antes de morrer, é referência hoje em cursos de graduação e pós-graduação em universidades brasileiras. Traz uma abordagem crítica sobre o processo perverso de globalização atual na lógica do capital, apresentado como um pensamento único. Na visão dele, esse processo, da forma como está configurado, transforma o consumo em ideologia de vida, fazendo de cidadãos meros consumidores, massifica e padroniza a cultura e concentra a riqueza nas mãos de poucos.

A obra de Milton Santos é inovadora e grandiosa ao abordar o conceito de espaço. De território onde todos se encontram, o espaço, com as novas tecnologias, adquiriu novas características para se tornar um "conjunto indissociável de sistemas de objetos e sistemas de ações".

As velhas noções de centro e periferia já não se aplicam, pois o centro poderá estar situado a milhares de quilômetros de distância e a periferia poderá abranger o planeta inteiro. Daí a correlação entre espaço e globalização, que sempre foi perseguida pelos detentores do poder político e econômico, mas só se tornou possível com o progresso tecnológico. Para contrapor-se à realidade de um mundo movido por forças poderosas e cegas, impõe-se, para Santos, a força do lugar, que, por sua dimensão humana, anularia os efeitos perversos da globalização.

Estas ideias são expostas principalmente em sua obra A Natureza do Espaço (Edusp, 2002).

No conceito de espaço, Milton Santos revela a noção de paisagem, onde sua forma está em objetos naturais correlacionados com objetos fabricados pelo homem. Santos aponta que espaço e paisagem não são conceitos dicotômicos, onde os processos de mudança social, econômico e político da sociedade resultam na transformação do espaço, que concatenado a paisagem se adaptam para as novas necessidades do homem naquele dado período. Milton Santos revela o conceito de paisagem como algo não estanque no espaço, e sim que a cada período histórico altera, renova e adapta para atender os novos paradigmas do modo de produção social.

São ideias apontadas na obra "Pensando o espaço do homem" São Paulo: Hucitec, 1982.

Atividades, prêmios e distinções

Por seus méritos, universidades e instituições ligadas à Geografia passam a outorgar-lhe títulos acadêmicos e honrarias. Os mais importantes são:

Prêmio Internacional de Geografia Vautrin Lud, Paris, 1994
Mérito Tecnológico, Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo, 1997
Personalidade do Ano, Instituto dos Arquitetos do Brasil, 1997
Prêmio Jabuti de Literatura, 1997 - Prêmio pelo melhor livro das Ciências Humanas por A Natureza do Espaço - Técnica e Tempo, Razão e Emoção
Comendador da Ordem Nacional do Mérito Científico, 1995
Emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, em 1997
Homem de Ideias 1998, homenagem do Jornal do Brasil a Milton Santos, em 1998
Contemplado em concurso nacional da Revista Isto É como um dos 20 "Cientistas do Século", conforme encarte Especial nº 7, de 4 de agosto de 1999
Milton Santos recebeu o título de Doutor Honoris Causa das seguintes instituições:
Universidade de Toulouse, França, 1980
Universidade Federal da Bahia, 1986
Universidade de Buenos Aires, 1992
Universidade Complutense de Madri, 1994
Universidade do Sudoeste da Bahia, 1995
Universidade Federal de Sergipe, 1995
Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 1996
Universidade Estadual do Ceará, 1996
Universidade de Passo Fundo, 1996
Universidade de Barcelona, 1996
Universidade Federal de Santa Catarina, 1996
Universidade Estadual Paulista, 1997
Universidade Nacional de Cuyo, Argentina, 1997
Universidade do Estado do Rio de Janeiro,1998
Universidade de Brasília,Brasília, 1999
[carece de fontes]
Além da vida acadêmica, Milton Santos desempenhou outras atividades, entre as quais:
Presidente ou membro de distinguidas entidades profissionais, como:
Associação dos Geógrafos Brasileiros (AGB)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (Anpur)
Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Geografia (Anpege)
[carece de fontes]
Consultor de organismos como:
Organização Internacional do Trabalho (OIT)
Organização dos Estados Americanos(OEA)
Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco)
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
Secretaria da Educação Superior (SESu/MEC)
Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp/SP)

Obras

SANTOS, Milton. A cidade nos países subdesenvolvidos. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira S.A., 1965.
SANTOS, Milton. Geografía y economía urbanas en los países subdesarrollados. Barcelona: Oikos-Tau S.A. Ediciones, 1973.
SANTOS, Milton. Sociedade e espaço: a formação social como teoria e como método. Boletim Paulista de Geografia, São Paulo: AGB, 1977, p. 81- 99.
SANTOS, Milton. Por uma Geografia nova. São Paulo: Hucitec-Edusp, 1978.
SANTOS, Milton. O trabalho do geógrafo no Terceiro Mundo. SP: Hucitec, 1978.
SANTOS, Milton. Pobreza urbana. São Paulo/Recife: Hucitec/UFPE/CNPV, 1978.
SANTOS, Milton. Economia espacial: críticas e alternativas. SP: Hucitec, 1979.
SANTOS, Milton. Espaço e sociedade. Petrópolis: Vozes, 1979.
SANTOS, Milton. O espaço dividido. Os dois circuitos da economia urbana dos países subdesenvolvidos. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1979 (Coleção Ciências Sociais).
SANTOS, Milton. A urbanização desigual. Petrópolis: Vozes, 1980.
SANTOS, Milton. Manual de Geografia urbana. São Paulo: Hucitec, 1981.
SANTOS, Milton. Pensando o espaço do homem. São Paulo: Hucitec, 1982.
SANTOS, Milton. Ensaios sobre a urbanização latino-americana. SP: Hucitec, 1982.
SANTOS, Milton. Espaço e Método. São Paulo: Nobel, 1985.
SANTOS, Milton. O meio técnico-científico e a redefinição da urbanização brasileira. Projeto de pesquisa apresentado ao CNPq, 1986 (datilografado).
SANTOS, Milton. Aspectos geográficos do Período Técnico-Científico no estado de São Paulo. Projeto de pesquisa apresentado à Fapesp, maio 1986 (datilografado).
SANTOS, Milton. A região concentrada e os circuitos produtivos. Texto apresentado como parte do relatório de pesquisa do projeto O Centro Nacional: Crise Mundial e Redefinição da Região Polarizada, 1986 (datilografado).
SANTOS, Milton. O espaço do cidadão. São Paulo: Nobel, 1987.
SANTOS, Milton. Metamorfoses do espaço habitado. Paulo: Hucitec, 1988.
SANTOS, Milton. O Período Técnico-Científico e os estudos geográficos: problemas da urbanização brasileira. Projeto de pesquisa apresentado ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), mar. 1989 (datilografado).
SANTOS, Milton. Metrópole corporativa fragmentada: o caso de São Paulo. São Paulo: Nobel/Secretaria de Estado da Cultura, 1990.
SANTOS, Milton. A urbanização brasileira. São Paulo: Hucitec, 1993.
SANTOS, Milton. Por uma economia política da cidade. SP: Hucitec /Educ, 1994.
SANTOS, Milton. Técnica, espaço, tempo. São Paulo: Editora Hucitec, 1994.
SANTOS, Milton; SOUZA, Maria Adélia A.(org.). A construção do espaço. São Paulo: Nobel, 1986.
SANTOS, Milton. Por uma outra globalização - do pensamento único à consciência universal. São Paulo: Editora Record, 2000.

EVENTOS: XXXIII Encontro Estadual de Geografia


quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

LINKS GEOGRÁFICOS: Especial Indígenas (IBGE)

http://indigenas.ibge.gov.br/ - Confira as características dos indígenas no Brasil neste especial do IBGE

RIO GRANDE DO SUL: Pirâmide etária gaúcha

RIO GRANDE DO SUL: Livro sobre Canoas

Lançado o livro “Estado da Cidade - Um retrato de Canoas”

Prefeitura de Canoas, por meio do Canoas XXI, lançou, no início da tarde desta quarta-feira, 23, no Auditório Sady Schwitz do Paço Municipal, a publicação "Estado da Cidade - Um Retrato de Canoas" - Edição 2012. O projeto demonstra em números e análises o processo evolutivo do município nos âmbitos socioeconômico e territorial. A coordenação do trabalho é do Instituto Canoas XXI e para a produção das análises para esta segunda edição, foi convidado o Observatório das Metrópoles - Núcleo Porto Alegre, que envolve profissionais de referência dentro de suas respectivas áreas. 

O prefeito Jairo Jorge destacou que a concepção do projeto Estado da Cidade surgiu junto com o Instituto Canoas XXI, em 2009. Desde então, a iniciativa contou com a colaboração dos presidentes e equipes que passaram pela autarquia na primeira gestão. A publicação tem na sua essência oferecer suporte, por meio dos dados, para se conceber uma Canoas para os próximos 10 ou 15 anos. “O Estado da Cidade não é uma avaliação de governo, estamos avaliando a cidade e, esta separação, entre Estado e governo, é essencial. É, sobretudo, uma radiografia da cidade e temos uma administração que não se prende ao tempo presente, mas que pensa e planeja o futuro com a participação democrática”, assegurou.

Jairo Jorge adiantou que em junho a edição 2013 referente a 2012 do Estado da Cidade será entregue aos canoenses. “ A edição 2012 não ocorreu no ano passado, obedecendo a legislação eleitoral e por esta razão, é realizado no dia de hoje com muito alegria”, falou o prefeito. Segundo ele, em junho haverá um novo lançamento da edição 2013 referente a 2012 em um momento especial, na semana de Canoas em comemoração aos 74 anos do município. “Teremos ainda um momento muito rico com a realização do terceiro fórum mundial de Cidades de Periferia com representantes de 200 cidades de 50 países”.

Na oportunidade, o presidente do Canoas XXI, Celso Pitol, entregou o primeiro exemplar do livro ao prefeito Jairo Jorge e destacou o trabalho de sua equipe e de sua antecessora, Zelaine Beatriz Silva à frente do projeto. “Este é um fabuloso documento de consulta que hoje colocamos à disposição da nossa cidade. Tenho muito orgulho de fazer parte deste projeto e acima de tudo, de ser um condutor das boas políticas e dos índices de nosso governo e município”, disse Pitol.

A diretora de Estudos e Pesquisas do Canoas XXI, Isabel Cristina Valente, apresentou alguns indicadores publicados com destaques nas áreas de Saúde, Educação, Segurança, Cultura, Infraestrutura, Meio Ambiente, Economia, Segurança, População e Território, atualizados do período de abril de 2011 a maio de 2012. Em seguida falou a representante do Observatório das Metrópoles Núcleo Porto Alegre, Rosetta Mammarella sobre os processos de pesquisa e análises e ainda da iniciativa do município em pensar seu futuro.

Presenças

Vice-prefeita Beth Colombo, o representante da Câmara Municipal, vereador Pedro Bueno, secretários, secretários-adjuntos, subprefeitos, coordenadores municipais e assessores; pesquisadores e professores. 

Crédito da notícia: Clever Larsen.



IMAGENS DO BRASIL: Campos do Jordão / SP


IMAGENS DO BRASIL: Porto Seguro (centro histórico) / BA


IMAGENS DO BRASIL: Maceió/AL


IMAGENS DO BRASIL: Angra dos Reis/RJ


ESTATÍSTICA: Dados do Banco Mundial sobre o Brasil (em Português)

CONFIRA: http://data.worldbank.org/country/brazil/portuguese

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

EVENTOS: Assembleia Geral AGB Porto Alegre

Convocatória para Assembleia da AGB-PA (07 de dezembro)

03/12/2013 09:34 A Associação dos Geógrafos Brasileiros Seção Porto Alegre AGB Porto Alegre (AGB PA) convoca seus
associados, mas também convida os não associados, para participarem da
assembleia local que se realizará no dia 07 de dezembro de 2013, sábado, com
primeira chamada às 14hs e segunda chamada às 14:30, na sede da entidade (rua
Uruguai, n° 35, sala 426), com a seguinte pauta:

1. Aprovação da ata da assembleia de 19 de outubro

2. Informes

3. XXXIII EEG
3.1 Relato das comissões: infraestrutura, comunicação, alojamento, comissão
científica, site.
3.2 Comissão de edps, oficinas e mini-cursos e mesas redondas
3.2 Valores das inscrições no encontro
3.3 Segunda circular e retomada dos contatos/levantamento das escolas
de geografia, ativas no estado
3.4 Artes do XXXIII EEG: folders, informativos, banners, etc

4. Coletivos da AGB
- Comissão de Ensino e Educação Popular - relato das jornadas de Erechim e Rio Grande
- Comissão do Movimento Urbano - Relato da participação na Conferência Nacional das Cidades e proposta de ciclo de debates; relato do evento Mobilidade Urbana com a AGP.

5. Relato da 116ª RGC

6. Valores das anuidades para 2014

7. VIII CBG
7.1- rediscussão das mesas e indicação de nomes de palestrantes para as mesas;
7.2 - comissão de edps - nomes para indicação

8. Outros Assuntos

9. Manutenção e Organização da sede

Atenciosamente,

Coletivo AGB-PA 2012-2014
Associação dos Geógrafos Brasileiros, Seção Porto Alegre

DOWNLOADS: Obras completas de Milton Santos para download

http://www.4shared.com/folder/Y5jTbL2f/Livros_de_Geografia.html - Confira

VÍDEOS: Filme sobre Milton Santos

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

RIO GRANDE DO SUL: Demografia do nosso Estado


De acordo com o Censo 2010 do IBGE, o RS tinha uma população de 10.693.929 habitantes (população superior a de Portugal). Dez anos antes, segundo o Censo de 2000, a população era de 10.187.798 habitantes e, pelo Censo de 1991, a população era de 9.127.611 habitantes. Com estes dados, mostra-se que o crescimento demográfico do RS na última década foi de 1.2% ao ano, índice abaixo da média nacional (1,33% ao ano).
O Rio Grande do Sul é o quinto estado mais populoso do Brasil (cerca de 6% da população brasileira) e o mais populoso da Região Sul.
Do total da população do Estado, segundo o Censo 2010, 5.488.872 habitantes são mulheres e 5.205.057 são homens.
No Rio Grande do Sul, a população urbana supera a rural (Em 2000, quatro quintos da população viviam nas zonas urbanas). No mesmo ano, a densidade demográfica era de 36,14 hab/km², superior à do Brasil como um todo (19,92 hab/km²).
Porto Alegre e Região Metropolitana constituem na área mais densamente povoada do Estado, com cerca de 4 milhões de habitantes e alguns municípios apresentando densidades acima dos 2.000 hab/km². Em seguida, as áreas mais densamente povoadas de nosso Estado são o Litoral Norte, a Encosta do Planalto, o leste da Serra Geral e o Vale do Taquari, com densidades ao redor de 50 hab/km². Nas regiões do Noroeste, Alto Uruguai, Passo Fundo e Iraí, as densidades estão entre 30 e 40 hab/km². Já no Sul do Estado, as densidades poucas vezes ultrapassam 10 hab/km², com exceção da região de Pelotas e Rio Grande, com maior concentração da população (20 hab/km²).
A Capital, Porto Alegre, é a décima primeira maior cidade brasileira em população e uma das 90 maiores do mundo. Situa-se às margens do Lago Guaíba e forma, juntamente com mais 32 municípios, a Região Metropolitana de Porto Alegre (a quarta maior região metropolitana brasileira em população). É o principal centro industrial, comercial e cultural do Rio Grande do Sul e um dos principais do Mercosul, além de dispor de um movimentado porto fluvial.
Em ordem de quantidade, os principais imigrantes vindos para o RS foram os portugueses (e também os açorianos), seguidos dos alemães e italianos, que somaram-se aos indígenas e africanos.
Outros grupos étnicos de expressão na população gaúcha: espanhois, poloneses, austríacos, russos, judeus, árabes, japoneses, argentinos e uruguaios.
Segundo o Censo 2010, a população do Estado se autodeclara, no tocante à raça, da seguinte forma:
* Brancos = 82,3%
* Pardos = 11,4%
* Pretos = 5,9%
* Amarelos e Indígenas = 0,4% 
Conforme dados do Censo Demográfico de 2010 a população total do Rio Grande do Sul é de 10.755.799 habitantes. O Estado ocupa o quinto lugar entre os mais populosos do Brasil, sendo superado por São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia.
Os municípios gaúchos mais populosos se encontram principalmente na região em torno de Porto Alegre (RMPA), na região em torno de Caxias do Sul (Aglomeração Urbana do Nordeste) e no sul do estado (Aglomeração Urbana do Sul).
A distribuição da população no espaço gaúcho mostra uma tendência à concentração da população em áreas urbanas. No estado 9.100.291 habitantes, isto é, 85,1% dos gaúchos, em 2010, se localizavam nos centros urbanos.
Em relação à variação da população, principalmente nas últimas décadas, verifica-se uma queda nas taxas de crescimento. O Rio Grande do Sul apresentou, no período 2000 – 2010, a menor taxa de crescimento relativo do Brasil. 
Distribuição da População
A população brasileira, por motivos históricos e econômicos, se encontra distribuída de forma irregular no território. Embora esta situação tenha se modificado nos últimos tempos e o avanço para o interior do país tenha se reforçado, a população ainda se concentra em áreas próximas ao litoral.
A distribuição da população no território gaúcho também não é uniforme. O eixo que liga Porto Alegre a Caxias do Sul constitui-se na área mais povoada do Estado.
Com relação ao tamanho dos municípios no Estado a maioria dos municípios gaúchos (66,7%) está entre àqueles que possuem menos de 10 mil habitantes. No segundo grupo, com população entre 10 e 50 mil habitantes estão 123 municípios. Na terceira faixa, entre 50 e 100.000 habitantes estão 24 municípios e por último com população superior a 100 mil estão 17 municípios e que concentra 46,8% da população total do estado.

Densidade Demográfica
A densidade demográfica no Rio Grande do Sul é de 38 hab/km² em 2010*. Entre os estados da região sul do Brasil é o que apresenta a menor densidade, mas ainda assim está acima da média brasileira que é de 22,4 hab/km². 
A área mais densa se encontra no eixo Porto Alegre- Caxias do Sul.  Dos 29 municípios com densidade superior a 200 hab/km², 19 fazem parte deste eixo, 17 na Região Metropolitana de Porto Alegre - RMPA e dois na Aglomeração Urbana do Nordeste - AUNE.  
Por outro lado,  existem áreas com baixa densidade populacional. Estas estão localizadas principalmente a oeste e norte do território e correspondem as regiões dos Conselhos Regionais dos Campos de Cima da Serra, Vale do Jaguari, Missões, Fronteira Oeste e Campanha. A densidade demográfica destas regiões estão todas abaixo de 20 hab/km².
As demais regiões aparecem em um patamar intermediário com densidades entre 38hab/km² (média estadual) a 100 hab/km².
* considerando somente a área teriritorial (sem a água das lagoas)
A taxa geométrica de crescimento anual da população brasileira e gaúcha tem- se apresentado em queda constante, principalmente a partir da década 60. O Brasil na última década (2000 – 2010) apresentou 1,17% ao ano e o Rio Grande do Sul 0,49%, a menor taxa brasileira.
Dentre os municípios gaúchos, 51% apresentaram taxas negativas de crescimento populacional. Estes estão localizados, principalmente, nas regiões da fronteira oeste e norte do Estado.
Nos Conselhos Regionais de Desenvolvimento Celeiro, Médio Alto Uruguai, Missões, Fronteira Noroeste e Norte, por exemplo, verifica-se que mais de 80% dos municípios destas regiões apresentaram taxas negativas de crescimento. Observa-se que quando os centros regionais são economicamente mais dinâmicos, como em Erechim, Santa Rosa e Frederico Westphalen, as taxas são positivas em contraposição aos municipios menores.
Já os municípios localizados na Região Metropolitana, Serra e Litoral apresentaram as maiores taxas de crescimento, neste mesmo período. Destaque para o COREDE Litoral, onde boa parte de seus municípios apresentam as mais altas taxas de crescimento do Estado.

A Região Metropolitana de Porto Alegre – RMPA é a área mais densa do Estado concentrando 37% da população. Nela encontram-se nove dos 18 municípios com mais de 100 mil habitantes. A densidade demográfica da região é de 391,8 hab/km² e seus municípios também apresentam elevadas densidades demográficas.
A RMPA foi criada por lei em 1973 e era composta, inicialmente, por 14 municípios. O crescimento demográfico resultante principalmente das migrações, a interligação das malhas urbanas e as sucessivas emancipações, fizeram com que novas áreas tenham se integrado à região metropolitana, totalizando então, os atuais 33 municípios. Estes apresentam grandes disparidades quanto ao PIB per capita e aos indicadores sociais, refletindo a distribuição desigual de agentes econômicos e de equipamentos urbanos como transporte, saúde, educação, habitação e saneamento. Seu território integra cinco Conselhos Regionais de Desenvolvimento: Metropolitano-Delta do Jacuí, Vale dos Sinos, Paranhana Encosta da Serra, Centro Sul e Vale do Caí.

A RMPA constitui-se em pólo de atração e concentração no Estado. Esta característica antes restrita somente a Porto Alegre e cidades mais populosas agora se verifica também nas cidades da periferia e entorno da RMPA. Muitas pessoas se deslocam atraídos pela oferta de serviços e de emprego destas áreas de expansão econômica.

REFERÊNCIAS:

ATLAS Socioeconômico do RS

Mapas FEE/RS

Wikipédia

Panorama Lavrense